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Festividades

          Em honra das divindades, realizam-se festas e jogos públicos em datas fixas, segundo o calendário litúrgico.
          Quando alguém os oferece por qualquer motivo, celebram-se jogos votivos.
          Qualquer político procura conciliar o favor do povo, oferecendo, à sua custa, jogos espetaculares e dispendiosos.
          As principais festas (algumas das quais fazem lembrar o nosso tempo) são as seguintes:
  • Lupercalia (em Fevereiro, ritos para proteger os rebanhos e a terra);
  • Feralia (em Fevereiro, dias consagrados aos mortos);
  • Matronalia (em Março, festa das mães);
  • Liberalia (em Março, festa da Primavera, em honra de Liber);
  • Lemuria (em Maio, ritos para afastar as almas do outro mundo);
  • Meditrinalia (em Outubro, festas das vindimas, prova do mosto);
  • Saturnalia (em Dezembro, ritos agrários ligados a Saturno, deus da abundância).
              Os principais jogos públicos, que incluem teatro, jogos de circo, combates de animais selvagens..., e, em geral, os edis organizam, são:
              Ludi Megalenses (a Cíbele), Florales (em Maio, a Flora), Apollinares (a Apolo, instituídos aquando da 2ª guerra púnica), Ludi Romani ou Magni (a Júpiter), Ludi Plebeii, Ludi Saeculares (realizados uma vez a cada século).
              Com o Império, o número de dias festivos tende a aumentar. São introduzidos cultos orientais que vêm satisfazer uma necessidade de misticismo. Ísis (Egito), Cíbele (Ásia Menor), Mithra (Pérsia) vão substituindo a antiga religião. Augusto tenta restaurar os antigos cultos. No seu tempo, nasce Jesus Cristo que prega a sua doutrina de salvação eterna.
              Mas os cristãos, por não aceitarem os outros deuses nem o culto do imperador, são considerados inimigos públicos. As perseguições vão até ao fim do III séc. d. C.



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